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O novo regime tarifário anunciado pelos Estados Unidos trouxe impactos relevantes para a indústria brasileira e abre uma janela estratégica para setores ligados à cadeia da madeira e de bens de capital. A medida excluiu produtos importantes das tarifas adicionais e estabeleceu alíquota reduzida em comparação ao modelo anterior.
Entre os segmentos beneficiados estão máquinas e equipamentos, madeira, móveis e produtos industrializados, que deixam de enfrentar as tarifas ampliadas do chamado “tarifaço” e passam a competir sob uma taxa global inicial de 10%, com possibilidade futura de ajuste para 15%.
A decisão fortalece a presença brasileira no mercado norte-americano, criando um ambiente mais equilibrado de concorrência internacional e ampliando as oportunidades para fabricantes que operam com tecnologia, produtividade e alto desempenho industrial.
Segundo estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), aproximadamente 25% das exportações brasileiras para os Estados Unidos — cerca de US$ 9,3 bilhões — passam a operar dentro dessa nova faixa tarifária.
O fluxo comercial entre os dois países alcançou US$ 82,8 bilhões em 2025, crescimento de 2,2% em relação ao ano anterior, reforçando a relevância do mercado norte-americano para a indústria nacional.
Para o setor de máquinas para madeira, o novo cenário representa aumento do potencial competitivo, estímulo a novos negócios internacionais e fortalecimento da indústria brasileira como fornecedora de soluções de alta performance para processamento de madeira.
Esse contexto global exige equipamentos cada vez mais eficientes, robustos e preparados para atender operações com foco em produtividade, padronização e redução de custos — fatores determinantes para empresas que buscam ampliar participação em mercados externos.
Fonte: g1 – Mariana Assis, com dados do MDIC e governo federal (24/02/2026)
Tarifas EUA: aviões brasileiros têm alíquota zero em novo regime | G1